Secretaria de Fazenda do Estado de Roraima
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Boa Vista, 22 de novembro de 2008.

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UCE - UNIDADE DE COORDENAÇÃO ESTADUAL


O Governo Federal constituiu o PNAFE – Programa Nacional de Apoio a Administração Fiscal para Estados Brasileiros, com o objetivo de modernizar e fortalecer os órgãos estaduais responsáveis pela gestão fiscal.

A gestão fiscal compreende as áreas da receita, despesa, auditoria e controle dos gastos, patrimônio e dívida ativa.
Esta modernização e o fortalecimento envolvem os investimentos em infra-estrutura, reorganização administrativa, tecnologia e capacitação de pessoas.

Parte dos recursos para implementar o PNAFE vem de um financiamento contraído junto ao BID (Banco Internacional de Desenvolvimento) pelo Governo do Estado.

O PNAFE possui uma coordenação nacional, denominada UCP, vinculada ao ministério da fazenda, órgão executor do programa. Em cada estado, o PNAFE tem uma coordenação, denominada UCE.

Mantendo a inflação em níveis baixos, com estabilização de preços e adequando o nível de desenvolvimento econômico, requer um equacionamento da gestão fiscal pelo equilíbrio das contas públicas.

Arrecadar melhor e otimizar o gasto público, fins essenciais para satisfazer as demandas sociais.

O BID aprovou um empréstimo de 500 milhões de dólares ao Brasil, em apoio à modernização fiscal dos Estados Brasileiros.

De acordo com a resolução n.º 91, de 1997, do Senado Federal, os Estados e o Distrito Federal ficam autorizados a contratar operações de crédito junto a Caixa Econômica Federal, no âmbito do PNAFE, até os limites discriminados a seguir:

· Inciso XXIII, o Estado de Roraima US$ 4.280.000,00 (quatro milhões e duzentos e oitenta mil dólares).

Diz o artigo 6º desta resolução que no prazo máximo de duzentos e setenta dias, deverá ser efetuado tais contratações de créditos junto ao agente financeiro.

Contrato de Subempréstimo CEF n.º 980/oc – rr

A fim de aplicar tais verbas existe uma programação, onde em cada ano vão sendo executados os projetos.

A UCP elabora um relatório de gestão, onde detalha a operacionalidade, a gestão orçamentária, gestão financeira, gestão patrimonial, de pessoas e os controles. Foram publicados os relatórios da gestão de 2000, 2001, 2002 e 2003.

Com base nos relatórios apresentados, da eárea de gestão financeira, no exercício de 2003, foi transfendo ao Estado de Roraima o valor de R$ 1.210.935,00 (um milhão duzentos e dez mil novecentos e trinta e cinco reais), por conta dos programas implementados pela UCP.

A UCP, com base no programa de modernização fiscal dos Estados Brasileiros, apresentou um resumo dos resultados obtidos em todos os Estados Brasileiros e no Distrito Federal, de distintos perfis econômicos e nacionais, incluindo quadro de variação de arrecadação de 1997 (início oficial do programa) até 2002.

Vejamos, o que foi divulgado sobre o do Estado de Roraima:

“A Administração Fazendária do Estado de Roraima (SEFAZ) , pode ser concebida em dois momentos distintos: Antes e após o PNAFE. Até o final de 1996 a característica era aquela reportando ao funcionamento dos prédios cedidos, uma frota de veículos sucateada, atendimento todo manual ou mecânico; fila de reclamações de contribuintes nas agências jurisdicional, total falta de conhecimento do contribuinte para as obrigações: principais e acessórias. Os dois primeiros anos do projeto foram literalmente ocupados em pesquisas e planejamento, visando à identificação das reais necessidades. Talvez essa tenha sido a maior dificuldade, principalmente em função de uma capacitação quase inexistente, com o Estado.tendo feito realizar um concurso e admitindo Fiscais de Tributos somente em meados de 1996”.

Diante desse quadro, conseguir capacitar pessoal em uma atividade tão especifica continua sendo o grande desafio, o que impede, inclusive, conseguir-se associar metas e resultados.
A pesquisa de análise, no entanto, levaram a constatação da existência de uma fronteira responsável; por cerca de 95% das entradas e saídas de mercadorias do Estado. A solução encontrada foi à ação maciça e continuada nos Postos de Fronteiras, através do uso também maciço de Tecnologia de Informação. Esta foi a segunda grande dificuldade enfrendata, visto que o Estado, já a partir de 1997, tinha contratado um terceirizado para implantar Sistema Integrado, de Administração Tributária. O terceirizado foi um início, mas com o tempo, passou a constituir-se uma série de dor de cabeça, principalmente pelo fato de ser, detentor dos fatores de sistema a passar a tornar o Estado seu dependente. Somente em outubro de 2002 a UCE conseguiu suplantar o obstáculo e implantação em sistema embrionário que impedisse a parada das atividades de tributação. Em Setembro do corrente chegou-se a concluir a nova versão do Sistema Integrado que esta em implementação.

As fronteiras e todo o Estado estão interligados para a transmissão de dados: parte através de ondas de rádio; parte através da sistemática DATASAT Plus. A digitação de notas fiscal esta sendo feita nos Postos Fiscais, inclusive permitindo a impressão de documentos de arrecadação necessários ao sistema de substituição nas entradas, implementado no Estado. De forma direta, essa ações são responsáveis por um incremento na arrecadação da ordem de 122% de 1997° a 2001, continuando em crescimento a receita que deverá ser recorde no ano em curso, apesar da substancial redução de arrecadação com petróleo, resultado da substituição das usinas termoelétricas pela aquisição de energia elétrica diretamente de Guri, na Venezuela.

Em relação a o atendimento ao contribuinte, a GIM passou a ser o primeiro documento a ser recepcionado eletronicamente. A partir de janeiro/2003 até mesmo o cadastro já deverá estar sendo implementado eletronicamente, somente depende de adequação de legislação. A tecnologia, no entanto, já esta desenvolvida, inclusive com a entrada em funcionamento do site da SEFAZ.
Do ponto de vista financeiro também se implantou como solução o SIAFEM. O próximo passo será a implementação dos relatórios gerenciais bem como a construção da interface que permita a intercomunicação entre os sistemas. Arrecadação e despesa tomando-se amplamente transparente e compartilhada. Exemplo disso é que o TCE, a partir de autorização específica, passou a ser parceiro na modernização, com a secretaria de Estado da Fazenda repassando recursos para permitir o atendimento de projeto adequadamente elaborado e aprovado pala UCP.

Com os recursos do BID, foram desenvolvidos trabalhos relacionados ao Sistema Integrado de Administração para os Estados e Municípios - SIAFEM, o Sistema Integrado de Administração Tributária Estadual – SIATE, e o Sistema de informações sobre operações Interestaduais com mercadorias e serviços – SINTEGRA.



Com relação às contribuições e reformas, enfatizamos:
- Construção do prédio da SAFAZ/RR
- Construção do Posto Fiscal de Serra Grande
- Reformas nos Postos Fiscais Jundiá , Pacaraima e Mucajaí e Agências de Rendas de Caracarai, mucajaí e São Luiz do Anauá
- Aquisição de veículos
- Desenvolvimento do site da SEFAZ (Antigo Site da Secretaria)

 

 

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Senhor contabilista, está disponível em nosso site para download a atualização do aplicativo da GIM. Esta atualização é importante para solucionar um erro de vencimento do ICMS NORMAL.
As Mercadorias destinadas a Área de Livre Comércio com incentivo da SUFRAMA deverão apresentar o PIN no Posto Fiscal do Jundiá na saída do Estado.

 
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